Repasse vs juntar cobrança, assinatura e planilha
É o kit mais comum da imobiliária que saiu do caderno: uma conta de cobrança pra gerar boleto e Pix, uma plataforma de assinatura pra assinar o contrato e uma planilha pra amarrar tudo (comissão, repasse, inadimplência, fechamento do mês). Funciona até certo ponto. Depois vira gargalo. Este post explica onde o kit avulso quebra e o que muda com a Repasse.
Antes de tudo: a sua conta de cobrança continua sua
A Repasse roda a cobrança e o repasse na sua própria conta de cobrança, no nome da imobiliária. Você paga as tarifas direto a quem opera a conta, e o dinheiro do inquilino cai nela sem passar pela Repasse. Na assinatura, você escolhe: usa a sua conta numa plataforma de assinatura eletrônica ou a assinatura do próprio Repasse.
Ou seja, o "vs" aqui não é contra a conta de cobrança nem contra a assinatura. É contra a planilha no meio e o trabalho manual de costurar tudo.
Onde o kit avulso quebra
A planilha é a cola, e é também o ponto fraco. Conforme a carteira cresce, os mesmos problemas aparecem cedo ou tarde:
- O repasse é calculado e transferido na mão. Recebeu, abre a planilha, calcula a comissão, confere o que o proprietário paga (IPTU, condomínio) e faz o Pix manualmente. Toda vez. Fórmula quebrada vira repasse a maior ou a menor.
- Nada liga o pagamento confirmado ao repasse. A conta de cobrança avisa que o inquilino pagou, mas quem dispara o repasse pro proprietário é uma pessoa olhando a tela. Esquece um, atrasa outro.
- Não há rastro. Quem alterou um valor na planilha, quando e por quê? Ninguém sabe. E o proprietário não tem como conferir nada sozinho.
- A conta de destino não tem trava. A chave digitada às pressas pode ir pra conta errada, e trocar a conta do proprietário não passa por ninguém.
- O contrato vive solto. A versão assinada está num lugar; os aditivos, as cláusulas e os valores, na planilha. Reconciliar isso é manual.
Cada ferramenta faz bem o seu pedaço. O problema é o que acontece entre elas.
O que muda com a Repasse
O ciclo inteiro passa a rodar num lugar só, e a planilha some:
- Recebeu, o repasse entra na fila. Quando o pagamento é confirmado, a comissão é retida e o repasse é calculado sozinho. O Pix sai no prazo que você define, automático ou depois da sua aprovação. Você entra pra conferir, não pra digitar.
- Conta de destino travada. O Pix só sai para a chave cadastrada do proprietário, trocar essa chave passa por aprovação e o banco confirma o nome do titular no primeiro repasse. Conta bancária só recebe se o CPF/CNPJ do titular for o do proprietário.
- Trilha que não se reescreve sem deixar rastro. Cada mudança em dinheiro entra num registro encadeado por hash. Você sabe quem mexeu, quando e por quê, e o proprietário vê no portal o extrato do mês com o cálculo aberto.
- Contrato, cobrança e financeiro juntos. Versão do contrato, cláusulas, cobrança mensal, DRE, DFC, inadimplência: tudo conversando, sem reconciliar planilha.
- Suas contas continuam suas. A conta de cobrança e a de assinatura seguem no seu nome. Se você sair da Repasse, elas continuam com você.
Resumo
No kit avulso, cada ferramenta resolve um pedaço e a planilha tapa o resto, que é justo onde mora o erro de cálculo, o repasse na conta errada e a falta de rastro. A Repasse mantém a sua conta de cobrança, tira a planilha da jogada e automatiza o que ficava na mão, com auditoria de ponta a ponta.
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