Repasse vs juntar Asaas, Clicksign e planilha
É o kit mais comum da imobiliária que saiu do caderno: Asaas pra gerar cobrança, Clicksign pra assinar o contrato e uma planilha pra amarrar tudo (calcular comissão, repasse, inadimplência, fechamento do mês). Funciona até certo ponto. Depois vira gargalo. Este post explica onde o kit avulso quebra e o que muda com a Repasse.
Antes de tudo: a Repasse não substitui o Asaas nem o Clicksign
Importante deixar claro, porque muda a conversa. A Repasse usa o Asaas e o Clicksign por baixo, com a sua própria conta (BYOK, você paga direto a eles e o dinheiro cai na sua conta). O que a Repasse faz é orquestrar essas ferramentas e cobrir o buraco que hoje é tapado na mão: o repasse, a comissão, a auditoria, o contrato e o financeiro.
Ou seja, o "vs" aqui não é contra o Asaas ou o Clicksign. É contra a planilha no meio e o trabalho manual de costurar tudo.
Onde o kit avulso quebra
A planilha é a cola, e é também o ponto fraco. Conforme a carteira cresce, três problemas aparecem cedo ou tarde:
- O repasse é calculado e transferido na mão. Recebeu no Asaas, agora abre a planilha, calcula a comissão, confere o que o proprietário paga (IPTU, condomínio), e faz o Pix manualmente. Toda vez. Fórmula quebrada vira repasse a maior ou a menor.
- Nada liga o pagamento confirmado ao repasse. O Asaas confirma que o inquilino pagou, mas quem dispara o repasse pro proprietário é uma pessoa, olhando a tela. Esquece um, atrasa outro.
- Não há rastro. Quem alterou um valor na planilha, quando e por quê? Ninguém sabe. E o proprietário não tem como conferir nada sozinho.
- A chave Pix não é conferida. A transferência digitada às pressas pode ir pra conta errada, e ninguém valida se a chave é mesmo do proprietário.
- O contrato vive solto. A versão assinada no Clicksign está num lugar; os aditivos, as cláusulas e os valores, na planilha. Reconciliar isso é manual.
Cada ferramenta faz bem o seu pedaço. O problema é o que acontece entre elas.
O que muda com a Repasse
O ciclo inteiro passa a rodar num lugar só, e a planilha some:
- Recebeu, repassou. Quando o pagamento é confirmado, a comissão é retida e o repasse pro proprietário é gerado sozinho, com o cálculo certo. Você entra pra conferir, não pra digitar.
- Pix conferido antes de pagar. A chave do proprietário é validada (inclusive no DICT do Banco Central) antes do repasse. Chave de terceiro acende alerta.
- Trilha que não se reescreve. Cada mudança em dinheiro entra num registro encadeado por hash. Você sabe quem mexeu, quando e por quê, e o proprietário acompanha pelo portal.
- Contrato, cobrança e financeiro juntos. Versão do contrato, cláusulas, cobrança mensal, DRE, DFC, inadimplência: tudo conversando, sem reconciliar planilha.
- Suas contas continuam suas. O Asaas e o Clicksign seguem no seu nome (BYOK). Se sair da Repasse, leva a carteira inteira em CSV.
Resumo
No kit avulso, cada ferramenta resolve um pedaço e a planilha tapa o resto, que é justo onde mora o erro de cálculo, o repasse na conta errada e a falta de rastro. A Repasse mantém o Asaas e o Clicksign (a sua conta), tira a planilha da jogada e automatiza o que ficava na mão, com auditoria de ponta a ponta.
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